segunda-feira, 15 de setembro de 2014

A ÚNICA coisa boa de ter tido uma gravidez de risco e ter estado desde a 17ª semana fechada em casa é que agora tenho mais um mês (das férias) para estar com o G.
Ou seja, vou trabalhar na altura do Natal.
Sei que me vai custar muito (durante a gravidez chorei baba e ranho só de pensar nisso e ainda ele não tinha nascido!), não só pelo facto de ficar "sem ele" mas por imaginar que ele (provavelmente) irá dar os primeiros passos e não vai ser comigo, vai dizer as primeiras palavras e não vai ser a mim!
Vida injusta de uma mãe que tem que trabalhar se quer sustentar a casa, o filho, a si... Porque temos que escolher? Ser mãe e exercer o papel de mãe devia (é) o papel mais importante das nossas vidas, e dos nossos filhos!
Sim, sei que vai ser bom para ele, ele não vai sofrer (não tanto como eu!) mas custa só de pensar! Por enquanto, vou aproveitando o melhor que ele me dá, o que ele, mesmo sem saber, me ensinou... A ver a vida com um agradecimento e com uma alegria tamanha... A desdramatizar tanta coisa, tanta mesquinhez que existe... Dizem que uma mulher depois de ser mãe muda. Se muda!!


sábado, 13 de setembro de 2014

Das mensagens mais engraçadas que recebi nos últimos tempos:

"(...) logo vamos tomar um café de adulto?" 

Obrigada S por me fazeres sorrir.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Ter um filho pequenino nem sempre é fácil...
Passar todo dia sozinha com ele consome as energias...
Os dois últimos dias foram de cortar os pulsos... A criança berrava sempre que não me via ao pé...
Passei dois dias a repetir anúncios de tv, a ler... Parecia um bebé de 9 meses que pensa que se não vir a mãe ela deixa de existir!!
Ainda tenho tanto tanto para aprender... Fico confusa, pensativa, "O que faço agora?", vou fazendo o melhor que sei... isto é mesmo ser mãe certo?