Aconteceu! Adiei o máximo de tempo que consegui, mas teve que ser... o último passo. Fomos cortar o cabelo! Todo! A franja caia para a frente dos olhos, atrás só fazia 3 caracóis e só de um lado, do outro arrebitava.. lá se foi o cabelo de bebé, lá se foram os cabelinhos russinhos. Ficou a cara de menino. Cabelo mais escuro!
A tarefa não foi fácil. Sentado no meu colo, agarrado a mim. A cabeleireira perguntou:
- que diz, tentamos?
-tentamos!
A esteticista pôs a música do Panda no telemóvel e as pontas foram caindo. As primeiras 3 tesouradas custaram-me imenso. A ele foram as últimas!
Não disse nada ao pai. Mal chegou a casa exclamou:
-Nino que aconteceu ao teu cabelo?
E o G respondeu
-mãe!!
O pai olhou pra mim e disse "está tão giro!"
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Do mimo
Tenho um filho fácil! Para mim, que o entendo, que faço um grande esforço para perceber o que quer.. de compreensão rápida! (Até quando faz birra!) GERALMENTE, consigo distrai-lo e a birra acaba!
Come bem, há cerca de um mês que dorme relativamente melhor.
Mas tudo muda. Estes dias parece que está a fazer greve de fome! Papas caseiras com frutas e adorava: "não!", iogurtes, "não!".. pão, queijo, até isso rejeita! Canja que nunca negou 3 colheres e a 4a já vem boca fora. Sopa o prato preferido: abana a cabeça! Se for mais verde então nem lhe chega a colher perto do nariz que já berra!
Se antes me sentava com ele no colo para fazer a sesta, sem embalo nem nada e ele em 3 minutos dormia, agora não, vou deita-lo e arma um berreiro. A noite dava-lhe o "ti" (leite), deitava-o e ele ficava caladinho no quarto e adormecia.. hoje quer a minha mão. Parece que se a tiro ou o deito fica inseguro.
Sei que quer dormir quando pego nele ao colo, e ele deita a cabeça no meu ombro e mete as mãos entre nós, na barriga!
Acorda mais vezes de noite, quer mais atenção, quer (muito) colo, está muito sensível..
E eu, estou esgotada, a precisar de dormir, a precisar de trabalhar... mas o pior mesmo é a minha coluna que tem piorado e muito... mas hei-de dar-lhe o colo que pedir, a atenção que precisar. Hei-de correr ao quarto dele quando acorda a aconchega-lo sem pressas... tenta receitas diferentes e saudáveis que ele coma. Se o estou a estragar com mimo? Dúvido. Toda mãe sente quando o filho está menos bem. Quando alguma coisa o incomoda, eu eu sei que os molares estão a dar sinal. Noto nele, no choro dele, na carência! Na procura de afecto, de colo, de mimo. Ele vai crescer e não se vai lembrar, mas na minha memória os momentos em que o tenho deitado no meu colo, a dormir, ouço a sua respiração descansada, agradeço muito. Sei que ele está onde quer, como quer... mas eu também!
Come bem, há cerca de um mês que dorme relativamente melhor.
Mas tudo muda. Estes dias parece que está a fazer greve de fome! Papas caseiras com frutas e adorava: "não!", iogurtes, "não!".. pão, queijo, até isso rejeita! Canja que nunca negou 3 colheres e a 4a já vem boca fora. Sopa o prato preferido: abana a cabeça! Se for mais verde então nem lhe chega a colher perto do nariz que já berra!
Se antes me sentava com ele no colo para fazer a sesta, sem embalo nem nada e ele em 3 minutos dormia, agora não, vou deita-lo e arma um berreiro. A noite dava-lhe o "ti" (leite), deitava-o e ele ficava caladinho no quarto e adormecia.. hoje quer a minha mão. Parece que se a tiro ou o deito fica inseguro.
Sei que quer dormir quando pego nele ao colo, e ele deita a cabeça no meu ombro e mete as mãos entre nós, na barriga!
Acorda mais vezes de noite, quer mais atenção, quer (muito) colo, está muito sensível..
E eu, estou esgotada, a precisar de dormir, a precisar de trabalhar... mas o pior mesmo é a minha coluna que tem piorado e muito... mas hei-de dar-lhe o colo que pedir, a atenção que precisar. Hei-de correr ao quarto dele quando acorda a aconchega-lo sem pressas... tenta receitas diferentes e saudáveis que ele coma. Se o estou a estragar com mimo? Dúvido. Toda mãe sente quando o filho está menos bem. Quando alguma coisa o incomoda, eu eu sei que os molares estão a dar sinal. Noto nele, no choro dele, na carência! Na procura de afecto, de colo, de mimo. Ele vai crescer e não se vai lembrar, mas na minha memória os momentos em que o tenho deitado no meu colo, a dormir, ouço a sua respiração descansada, agradeço muito. Sei que ele está onde quer, como quer... mas eu também!
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